quinta-feira, 1 de julho de 2010

Escrevo



Do silêncio da minha mão
Quando pego na caneta
Saem palavras de ternura
Cada letra contém um sorriso
com versos que se conjugam
com o verbo amar
Na minha mente
As ilusões brilham
Como os sorrisos
Com sabor a sonho
E com a minha mão escrevo
Tudo o que dita o coração.

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