Na rua do meu poema Sinto um frio arrepiante Uma luz quente aparece Espero valer a pena Pois o meu poema espera Com saudade o amor E eu… Adormeço antes da escrita Pois a saudade é tanta Que a alma esmorece O coração não aquece E não acabo o poema…
Passa o tempo Ficam as memórias Boas ou más Fica a melancolia Do tempo perdido O Tempo passa Ficamos nós... A sós Na trajectória da amizade Que é o Amor em estado timido.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Brilham os meus olhos Pelas gotas de alegria derramadas Aquando da tua presença Preciso que os meus olhos brilhem Para poder ver os teus a cruzarem os meus.
Vem! quero dançar… Mas nem um tango Consigo marcar Vem devagar... Ocultas-me o olhar Tenho medo de te pisar Numa reviravolta O meu peito salta perco o fôlego o tempo pára E o mundo desaba
Deslizo o meu corpo pela sala… mas o teu corpo acompanha o meu e com dedos de menina seguro-me no teu pescoço Sinto um arrepio, Cheiras a Maresia Numa manhã de neblina e com os nossos corpos cruzados Rodopiamos na sala Como se estivéssemos sós.